Comissão Permanente de Biossegurança Laboratorial
A publicação da CPBL Lacen DF foi realizada pelo DODF no 150 de 09/08/23, e o seu Regimento Interno pelo DODF n° 08 de 09/05/24.
São membros da CPBL os seguintes servidores do Lacen DF:
- Emanuelle de Almeida Santos – GCQPA
Franciene Soares de Moura Oliveira – GBM
Gina Camilo de Oliveira – GBM
Glauce Araújo Ideião Lins – GEADM
José Garcia de Araújo Júnior – GSQ
Luana Rodrigues da Rocha – GESL
Rodrigo Campos Filgueiras – GMTOX
Rosane Gomes de Castro – GSQ
FINALIDADE E COMPETÊNCIAS
A Comissão Permanente de Biossegurança do Lacen DF tem por finalidade implementar ações para prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos, preservando a segurança dos servidores, usuários e meio ambiente.
Agregar valor às análises, garantindo resultados confiáveis, integrados às Normas de Qualidade e Biossegurança Laboratorial.
São competências da Comissão Permanente de Biossegurança do Lacen DF:
I – Elaborar e aprovar seu regimento interno;
II – Implementar diretrizes, recomendações, e procedimentos que visem a minimizar os riscos ocupacionais que possam comprometer a saúde do servidor, do meio ambiente e a qualidade dos trabalhos desenvolvidos e assegurar o cumprimento das Normas de
Biossegurança;
III – Elaborar/revisar o Manual de Biossegurança Laboratorial do Lacen-DF;
IV – Elaborar documentos ou protocolos necessários ao atingimento da finalidade da comissão, prevista neste regimento;
V – Divulgar a todos os setores técnicos e administrativos do Lacen DF as atividades e produtos do trabalho da comissão;
VI – Promover atividades de educação continuada, junto aos setores técnicos e administrativos, objetivando a implementação das medidas aprovadas, bem como normas de biossegurança laboratorial;
VII – Assegurar a manutenção e a melhoria das políticas em Biossegurança;
VIII – Supervisionar as atividades desenvolvidas nesta Unidade, incluindo as áreas de
análises laboratoriais, ensino e pesquisa e, que envolvam riscos químicos, físicos,
biológicos, de acidentes e ergonômicos.
POLÍTICA DE BIOSSEGURANÇA
- Os laboratórios estão comprometidos com as boas práticas laboratoriais e com a manutenção da Biossegurança em todas as suas atividades.
- Para alcançar eta Política, a alta administração compromete-se a:
• Assegurar que as atividades sejam conduzidas em conformidade com o Sistema de Gestão de Biossegurança implementado;
• Promover a educação continuada dos servidores, por meio de capacitações e atualizações necessárias para manter e desenvolver suas competências em biossegurança.
O QUE É BIOSSEGURANÇA
Biossegurança são um conjunto de procedimentos, ações, técnicas, metodologias, equipamentos e dispositivos capazes de eliminar ou minimizar riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, que podem comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
BOAS PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA
- Higienizar as mãos com água e sabão antes, durante e depois das atividades;
Manter cabelos presos, barbas cerradas, unhas cortadas e limpas;
Usar exclusivamente sapatos fechados;
Evitar o uso de lentes de contato, caso necessário deve ser protegida por óculos de segurança;
Evitar o uso de cosméticos, acessórios, piercing e qualquer adorno que possam causar algum acidente no laboratório;
Utilizar Equipamento de Proteção Individual (EPI) e Equipamento de Proteção Coletivo (EPC);
Paramentar e desparamentar adequadamente;
Não entrar em locais de risco desconhecido;
Guardar materiais pessoais em locais pré-estabelecidos;
Realizar as refeições na copa do Lacen e hidratação fora da área técnica;
Antes de iniciar o procedimento técnico, avaliar os riscos envolvidos (químico, biológico, físico, ergonômico, de acidente) para definir os EPCs e EPIs específicos, entre outras condutas necessárias para sua segurança;
Seguir as normas de biossegurança descritas no Manual de Biossegurança
específico para cada risco ocupacional.
MANUAIS E VÍDEOS DE INSTRUÇÃO
Manual de Biossegurança Laboratorial
Higienização das Mãos
A higienização das mãos é o primeiro passo para manutenção da saúde do profissional. É uma medida simples e muito eficaz no combate às infecções, capaz de prevenir a transmissão de microrganismos.
De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o termo engloba a higiene simples e a fricção antisséptica com solução alcoólica à 70%, conforme técnica descrita em Anexo F- CHECK LIST DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS do Manual de
Biossegurança.
Vídeo sobre higienização das mãos
Paramentação
O uso do EPI exige uma sequência lógica e técnica adequada no momento de se paramentar e desparamentar, a fim de garantir a eficácia durante sua utilização e minimizar e/ou eliminar os riscos de contaminação.
O ANEXO H – CHECK LIST DE TÉCNICA DE PARAMENTAÇÃO e o ANEXO I – CHECK LIST DE TÉCNICA DE DESPARAMENTAÇÃO, do Manual de Biossegurança, trazem orientações sobre a sequência e cuidados necessários para a técnica correta de paramentação e desparamentação de EPI.
Desparamentação
Ao término da atividade, a retirada e descarte dos EPIs deve ser realizado segyindo uma sequencia lógica e técnica adequada no momento de se desparamentar, minimizando e/ou eliminando os riscos de contaminação.
Fluxograma em caso de incidentes e acidente
Agir corretamente de forma rápida e registrar de forma sistematizada em caso de incidentes e acidentes é fundamental para nortear condutas, alterar técnicas e rotinas de maneira a evitar novos casos.
Fluxograma de incidente e acidente